Vereador André Amaral vota contra Plano Diretor de Valinhos

8
de janeiro de
2024
Minha posição sobre o Plano Diretor de Valinhos

Vereador acredita que texto do Plano Diretor aprovado não atende aos interesses da maioria da população

Valinhos, SP – Em uma decisão marcante, o Vereador André Amaral expressou seu voto contrário ao recentemente aprovado Plano Diretor de Valinhos pela Câmara Municipal. O Plano Diretor, peça fundamental para o direcionamento futuro da cidade, deveria ser um instrumento equilibrado, promovendo o desenvolvimento econômico e social enquanto preserva o meio ambiente e a qualidade de vida dos cidadãos.

Plano pode agravar problemas de mobilidade, escassez de água e falta de infraestrutura

Para Amaral, participante ativo da Comissão de Sistematização do Plano Diretor, sua posição reflete a convicção de que o texto aprovado “não atende aos interesses da maioria da população e pode agravar problemas como mobilidade urbana, escassez de água e falta de infraestrutura”.

O vereador, defensor do desenvolvimento econômico sustentável, argumenta que as mudanças aprovadas podem favorecer excessivamente condomínios e loteamentos residenciais, prejudicando a criação de um polo econômico equilibrado. Ele destaca a inadequação do adensamento em áreas como a Estrada dos Jequitibás e a Fazenda Fonte Sônia, assim como a ausência de gatilhos para resolver problemas de mobilidade antes da autorização de novos empreendimentos.

>> André Amaral vota contra o Plano Diretor

Vereador também critica ampliação da zona industrial no Macuco

O vereador também critica a ampliação da zona industrial no Macuco, sem o devido diálogo com os agricultores locais, prejudicando uma área altamente produtiva de Valinhos.

A atividade agrícola na região depende da água dos rios. O aumento da atividade industrial poderá comprometer o abastecimento de água, decretando o fim da atividade agrícola.


“O Plano Diretor aprovado prioriza o interesse de poucos em detrimento do bem comum!”


O voto contrário do Vereador André Amaral é interpretado como um sinal de sua preocupação com o futuro da cidade, destacando a falta de planejamento urbano, a importância da preservação do meio ambiente e a necessidade do desenvolvimento econômico sustentável.

Confira seu pronunciamento na íntegra

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