Papa João Paulo II
Irmãos e Irmãs: não tenhais medo de acolher Cristo e de aceitar o Seu poder! E ajudai o Papa e todos aqueles que querem servir a Cristo e, com o poder de Cristo, servir o homem e a humanidade inteira! Não, não tenhais medo! Antes, procurai abrir, melhor, escancarar as portas a Cristo! Ao Seu poder salvador abri os confins dos Estados, os sistemas econômicos assim como os políticos, os vastos campos de cultura, de civilização e de progresso! Não tenhais medo! Cristo sabe bem “o que é que está dentro do homem”. Somente Ele o sabe!
Papa João Paulo II
Irmãos e Irmãs: não tenhais medo de acolher Cristo e de aceitar o Seu poder! E ajudai o Papa e todos aqueles que querem servir a Cristo e, com o poder de Cristo, servir o homem e a humanidade inteira! Não, não tenhais medo! Antes, procurai abrir, melhor, escancarar as portas a Cristo! Ao Seu poder salvador abri os confins dos Estados, os sistemas econômicos assim como os políticos, os vastos campos de cultura, de civilização e de progresso! Não tenhais medo! Cristo sabe bem “o que é que está dentro do homem”. Somente Ele o sabe!
VISÃO SOBRE A FAMÍLIA
Em continuidade com a tradição das “Audiências Gerais”, iniciada em 1870 por Pio IX, o Papa João Paulo II deu início a um ciclo de catequeses que perdurou de setembro de 1979 a novembro de 1984. Nesse período, ele abordou a “Teologia do Corpo”, uma profunda exploração filosófica que ressalta a Dignidade da Pessoa Humana, o valor inestimável do matrimônio e a importância da família.
Seus ensinamentos, enraizados na fé e fundamentados em sólidos princípios éticos, lançaram as bases para políticas familiares e de fortalecimento da família como estratégia de proteção social. O “Papa da Família” sempre enfatizou o papel fundamental da família como a célula básica e vital da sociedade, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna.
No Brasil e na América Latina, um grande amigo e defensor desses valores, Fernando Gomes, se destaca como um dos principais difusores da Teologia do Corpo. Seu trabalho incansável na promoção desses princípios merece ser conhecido e celebrado.
A EXPANSÃO DO BEM
Na juventude, Karol Wojtyla aprendeu com um alfaiate uma lição valiosa: O mal, por natureza, destrói a si mesmo. No entanto, quando não nos dedicamos a promover o bem, ele reaparece sob novas formas. Inspirado por essa sabedoria, dedicou sua vida à expansão do bem na cultura, na família, na comunidade e na Igreja.
Mesmo em tempos difíceis, como quando a Polônia era oprimida pelo Nazismo e, posteriormente, pelo Comunismo, seu trabalho cultural desempenhou um papel fundamental na formação de um país livre, alguns anos mais tarde. A história é retratada no filme “Karol, o homem que se tornou Papa”: